"Já que é improvável que ano que vem não seja diferente de qualquer outro ano, que a novidade sejamos nós."
“Tristeza é quando chove, quando está calor demais. Quando o corpo dói e os olhos pesam… Tristeza é quando se dorme pouco, quando a voz sai fraca, quando as palavras cessam e o corpo desobedece. Tristeza é quando não se acha graça, quando não se sente fome, quando qualquer bobagem nos faz chorar.”
— Martha Medeiros.
“Rosto pálido, coração ferido, mãos calejadas e olhos sem vida. Mas de alguma forma, ninguém a via em seu estado de desolação. Olhavam para ela, mas não a enxergavam, não prestavam atenção. Um esbarrão na rua, seguido de um ‘desculpe-me, eu não te vi’. E a moça, sorria sem muita vontade e respondia mesmo sem ser ouvida: tudo bem, ninguém nunca vê.”
— Alma Cinzenta
❝Amor sem paciência não vinga. Amor não pode ser mastigado e engolido com emergência, com fome desesperada. É preciso degustar cada pedacinho do amor, no que ele tem de amargo e de saboroso, no que ele tem de duro e de macio, os nervos do amor, as gorduras do amor, as proteínas do amor, as propriedades todas que ele tem. É uma refeição que pode durar uma vida. — Martha Medeiros
❝Você dormiu com o celular embaixo do travesseiro. Porque até uma ligação dele bêbado, de madrugada, te querendo como última opção, pode ser melhor que esse silêncio. — Tati Bernardi
❝E no meio de tanta gente eu encontrei você. Entre tanta gente chata sem nenhuma graça, você veio. E eu que pensava que não ia me apaixonar, nunca mais na vida. Eu podia ficar feio, só perdido, mas com você eu fico muito mais bonito, mais esperto. E podia estar tudo agora dando errado pra mim, mas com você dá certo. Por isso não vá embora, por isso não me deixe nunca, nunca mais. Eu podia estar sofrendo caído por ai, mas com você eu fico muito mais feliz, mais desperto. Eu podia estar agora sem você, mas eu não quero, não quero. — Marisa Monte.
❝Sensível pra cacete, maldosa na mesma intensidade, feliz de andar cantando e depressiva de nunca achar que uma janela é só uma janela. E cheia de manias bem estranhas… Eu sou sim a pessoa que some, que surta, que vai embora, que aparece do nada, que fica porque quer, que odeia a falta de oxigênio das obrigações, que encurta uma conversa besta, que estende um bom drama, que diz o que ninguém espera e salva uma noite, que estraga uma semana só pelo prazer de ser má e tirar as correntes da cobrança do meu peito. Que acha todo mundo meio feio, meio bobo, meio burro, meio perdido, meio sem alma, meio de plástico, meia bomba. E espera impaciente ser salva por uma metade meio interessante que me tire finalmente essa sensação de perna manca quando ando sozinha por aí, maldizendo a tudo e a todos. Eu só queria ser legal, ser boa, ser leve. Mas dá realmente pra ser assim? — Tati Bernardi.
❝E depois de um longo tempo tentando tapar meus olhos e enclausurar meus pensamentos pra não entender o que estava acontecendo, me permiti acreditar que mereço algo melhor do que implorar pelo o amor dele. Eu não queria aceitar essa realidade. De jeito nenhum. Mas cara me explica como é possível amar por dois durante tanto tempo? Cuidar por dois? Como lutar por dois? E o pior de tudo, foi ver tudo o que eu fiz foi em vão. Ele não deu um passo sequer pra evitar o desastre acontecer. Então, que a minha caminhada de hoje em diante seja sozinha, só que de bem com o meu amor próprio. Comigo mesma. — Layla Guimarães
❝Era por isso que eu adorava ficar com você. Nós podíamos fazer coisas simples, como jogar estrelas-do-mar de volta na água, comer um hambúrguer e conversar, mas, mesmo naquela época, eu tinha noção da minha sorte. Porque você era o primeiro cara que não tentava me impressionar o tempo todo. Você se aceitava, mas, além disso, me aceitava do jeito que eu era. Então nada mais importava, nem a minha família nem a sua, nem qualquer outra pessoa no mundo. Bastávamos nós dois. - Ela se deteve. - Não sei se já cheguei a me sentir tão feliz quanto naquele dia, mas, pensando bem, era sempre assim quando estávamos juntos. Eu não queria que acabasse nunca. — Nicholas Sparks.
❝E se fossemos todos cegos, a sociedade iria julgar as pessoas pelo quê? —
Layla Guimarães, evidencias-escritas
❝O que eu não consigo entender é que se você já não está mais aqui comigo, se você já me esqueceu, se você já está em outra, então como não consigo desapegar de você? Como não consigo excluir do celular suas mensagens de meses atrás? Como não imaginar teus olhos antes de dormir? Porque eu ainda tenho seus fotos no meu computador? Eu sei, é insignificante lembrar-se de alguém que nem se lembra da gente, mas eu sempre fui daquelas que não sabe como controlar as coisas quando o assunto deriva o amor. Ainda tenho nossos longos históricos do msn, nossas fotos na parede do meu quarto e o papel de embrulho do primeiro presente que você me deu. Já tentei de todas as formas me desapegar de você, já tentei ficar com outros garotos, mas eu percebi que isso não era mais nada que uma procura de você em outros garotos, que até hoje não consegui achar, já bebi todas pra ver se assim você saia da minha cabeça um pouco, mas ainda assim o que vinha em minha mente era você, sempre foi. Mas agora eu já não aguento mais esse sofrimento, você não deve nem sentir a minha falta, já que tem outra em meu lugar, só preciso achar um jeito de esquecer você. E isso é o grande problema, pois não existe uma forma de esquecer você, não existe bebida que tire você de mim, não existe pessoa que ocupe o seu lugar. Você é único, perfeito, meu e eu preciso parar de me iludir tanto. Mas como? Depois que alguém já entrou no meu livro da vida, não consigo simplesmente apagá-la. E você então, um dos personagens principais, impossível de apagar, esquecer, parar de pensar, de imaginar um futuro juntos… Viu? Até em minhas escritas você está presente, mas na minha vida já não está mais, digo, pessoalmente. Pois está sempre nos meus pensamentos, nos meus sonhos e principalmente na minha imaginação. Tudo isso por causa de um sentimento bobo chamado amor, eu te amei, ainda te amo, e pelo que parece te amarei por um longo tempo, mas por favor que não seja pra sempre. Pra sempre é tempo demais, e viver amando por dois num tempo tão gigantesco assim, me amedronta e me tirar o ar. —
Layla +
Ingrid +
Dayanne +
Bia (necessitadas)